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Bem-vindos! ANP

           Associação Naturista de Portugal

motivos e vantagens para se fazer sócio!

    - Conviver com pessoas que têm os mesmos ideais.

    - Participar nos eventos organizados pela ANP.

    - Obter informação acerca dos locais naturistas que existem a nível mundial.

    - Obter descontos através do cartão de sócio da ANP.

    - Ter acesso a locais naturistas onde só com o selo internacional é permitido frequentar.

    - Receber o boletim da associação "A NU"

Para se tornar sócio:

Basta ir à área de documentos e imprimir a ficha de inscrição e envie com duas fotografias e a cópia do B.I. para a morada respectiva, podendo fazer o pagamento por transferência bancária através do nosso NIB (00 100000 2676873 000108) que se encontra na mesma área.

Valor da quota:

O valor da quota é de 30,00€ para pessoas singulares e 45,00€ para Casal, Jovens até aos 18 anos de idade estão isentos. Sócios correspondentes (Internacionais) 50% da quota.

O que é a anp?...

A Associação Naturista de Portugal (ANP) surge com o intuito de corporizar um movimento de união e entendimento entre os naturistas portugueses, que funcione como instrumento de divulgação de ideias, interesses e iniciativas.
Enquanto assistimos a um crescimento imparável do naturismo na Europa, como fenómeno social, desportivo e cultural, já com décadas de história e organização, temos deixado que as maravilhas naturais do país onde vivemos não se achem, como deviam, na primeira linha das metas turísticas dos que buscam um contacto saudável com a natureza. Do mesmo modo, o movimento em Portugal tem surgido naturalmente por iniciativa e prática individual dos que perfilham os seus princípios, sem que haja um pólo de referência preparado para mediar informações ou congregar pessoas com objectivos idênticos.
É na tentativa de preenchimento dessa lacuna que a ANP projecta o planeamento das suas intenções. Queremos vir a ser uma correia de transmissão entre pessoas com ideias semelhantes, que optam pela vivência do lado natural das coisas, ajudando a enquadra-la - e a enquadrar-nos - na moldura cada vez mais difícil de uma vida sintética, plástica e divorciada da terra que nos possui...
Não defendemos um regresso utópico às origens, mas um posicionamento o mais saudável que consigamos no ecossistema a que nunca poderemos ser alheios, por mais benesses que a tecnologia e a cibernética nos possam vir dar. É no equilíbrio dessa posição que reside a nossa filosofia de vida e a nossa forma de intervenção.
Defendemos processos naturais, sempre que eles possam substituir-se aos artificiais. Estamos atentos a fenómenos como a naturopatia, o yoga, a alimentação natural, a protecção do meio ambiente, o exercício físico e psíquico, enfim, aqueles passos que conduzem a uma "mens sana in corpore sano"...
O nudismo, fortemente associado aos movimentos naturistas, é uma aliança espontânea de uma prática que não encontra protecção ideológica em nenhuma outra doutrina instituída, pelo que resulta lógico encontrar-se-nos associado. Porém, se virtualmente todos os nudistas são naturistas, nem todos os naturistas são nudistas. Razões culturais, perfeitamente legítimas no respeito que é necessário ter-se por cada pessoa como indivíduo livre e inteiro, levam muita gente que defende uma vida baseada em princípios naturais a não se sentir confortável sem roupa. Temos exemplos nas nossas fileiras, e com eles temos aprendido as necessárias lições de tolerância e respeito. A ANP representa um movimento naturista - nela se integram pessoas que são nudistas, e pessoas que não o são.
Sobre este assunto, resultaria interessante citar, em favor de quem não se despe, a máxima de Engels (1820-1895) que diz que "a minha liberdade acaba onde começa a tua" e em favor de quem se despe, a frase de Miguel Angelo (1475-1564) "Que espírito será tão cego e vazio que não entenda que o pé humano é mais nobre que o sapato que o calça, e que a pele humana é mais bela que as vestes que a cobrem"...
Mas é no respeito mútuo entre os humanos e no destes pela natureza que se situa o nosso ponto de equilíbrio e a nossa meta de intervenção.
Representamos uma essência de princípios tão antigos quanto a nossa própria espécie - somos entes biológicos de uma ecologia natural definida: queremos sê-lo o mais possível... em sociedade.